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18.6.04

Hoje


Não olhes. Não penses. Não toques.
OUVE, pois é para TI esta canção de saudade.





10.6.04

A Alma Furera

Talvez, porque cheguei atrasada.
Talvez, porque, por defeito profissional, estou cada mais exigente.
Talvez, porque já trabalhei em três grandes produções deste grupo (Noun, MTM e Manes).
Talvez, porque conheça pessoalmente os originais fureros, agora com as suas barrigudinhas proeminentes.
Talvez, porque sempre gostei da surpresa, da provocação e da inter-acção, a que nos habituaram.
Talvez, porque os Senhores da Administração do Porto de Lisboa em conjunto com a Capitania do Porto proibiram a lotação de 1000 pessoas, autorizando somente 500 presenças diárias, eliminando qualquer possibilidade de “jogo corpo a corpo” essencial neste espectáculo.
Talvez, porque estes senhores tiveram a coragem de sugerir a realização do espectáculo no cais de santos e não no barco.
Talvez, porque mediante todas as dificuldades apresentadas pelas autoridades portuárias, o grupo equacionou levantar ancoras e seguir rumo à Figueira da Foz.
Talvez, porque este espectáculo está autorizado em vários continentes e, é aqui, na cidade que se gaba por acolher eventos internacionais, que ignorantemente se dificulta a realização de um espectáculo por este decorrer num espaço não convencional.
Talvez, porque exigem ao grupo a permanência de forças de prevenção (polícia marítima e ambulâncias) em quantidade superior a qualquer concerto com mais de 5.000 pessoas.
Talvez, porque diariamente efectuam um controlo cerrado ao número de entradas e, inclusive, pretendem proibir a utilização dos efeitos de fogo, uma componente essencial neste espectáculo.
Talvez, porque só obtiveram a autorização para a realização do espectáculo, cerca de 4 horas antes do seu início, quando os pedidos foram efectuados no início de Maio.
Talvez, estes senhores tenham arruinado a alma de um espectáculo, que diariamente luta para permanecer ancorado no nosso porto.
Talvez, por tudo isto, eu não senti a alma furera.

8.6.04

My ship



La Fura dels Baus
De 7 a 20 de Junho (14 é dia de descanso), às 22h00
Cais de Santos (Junto à Portugália)

#29
Só quando ousamos deixar-nos ir é que começa a nossa verdadeira vida.

6.6.04

Hoje,
abro-me
e
fecho-te.

Elinor Carucci


3.6.04

Há dias
Em que grande parte do que acontece é dispensável.


Hector Garcia


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